meu nome é thiago nunes, mas como tem um monte de thiago nunes por aí... pode me chamar de moch. sou sócio da agência webinterativa, trabalho com planejamento e desenvolvimento de projetos web há alguns anos. decidi, portanto, criar esse "blogfolio" com o intuito de organizar meus trabalhos. » um pouco +

"uma longa jornada começa
com um único passo."
lao-tsé

"se você não pode explicar de um jeito simples, você não entendeu bem o suficiente."
einsten

"um dia serei presidente."
abraham lincoln

"ou encontro um caminho, ou eu o faço."
philip sidney

"o homem que sabe o que quer já percorreu um longo caminho."

"a moderação é o tesouro do sábio."
voltaire

"acreditar é o primeiro passo para toda conquista."

"não arriscar nada é arriscar tudo."

"na dificuldade encontra-se a oportunidade."
einsten

"keep walking"
johnnie walker

"a pessoa que não fala contra o mal é um diabo mudo."
provérbio árabe

"não há trinfo sem perda, vitória sem sofrimento e liberdade sem sacrifício."

"lealdade: é uma qualidade dos cachorros que nem todo ser humano consegue ter."

"sucesso: é quando vc faz o que sempre fez, só que agora todo mundo percebe."

"nunca deixe que alguém diga o que você não pode fazer, se quer alguma coisa, vá atrás e ponto final."

"você não deve ferir quem você não pode matar."
lex luthor

"impérios não são destruídos por forças externas, e sim, por fraquezas internas."

"escolhe o trabalho que gostas e não terás de trabalhar um único dia em tua vida."
confúcio

"a coisa mais prazerosa da vida é fazer o que as pessoas dizem que você não pode fazer."

"o homem que não valoriza a sua família não faz jus ao seu caráter."

"na dúvida, diga a verdade."

"é preciso provocar sistematicamente confusão. isso promove a criatividade. tudo aquilo que é contraditório gera vida."
salvador dalí

"somente os que ousam falhar grandemente podem alcançar a grandeza."
robert f. kennedy

Artigos

complicou? passe a navalha de occam

7 de novembro de 2009

navalha de occamcalma, não é pra cortar o pescoço ninguém. a navalha de occam é uma linha de pensamento, lá da idade média, da qual se fundamentam dois princípios: o princípio da pluraridade, onde a pluraridade não deve ser determinada sem necessidade. e o princípio da parcimônia, onde não há por que fazer com mais o que pode ser feito com menos. juntos, estes princípios defendem que para duas explicações de um mesmo fenômeno, a mais simples, geralmente, é a correta.

certamente você já ouviu falar, no desenvolvimento web, que menos é mais. quanto menos burocracia, menos documentação, menos funcionalidades, menos tudo que não é essencial em um site, mais valor é agregado ao negócio, mais rápido o projeto é lançado, melhor o público navega, mais ágeis são as mudanças. enfim, isso nada mais é do que aplicar a filosofia de occam. meu tatatatatatataravô já utilizava occam para definir suas teorias mirabolantes e criar suas invenções. o povo do manifesto ágil não fez por menos, maquiou o conceito, adicionou uma coisa aqui, outra ali e criou tal manifesto.

se hoje william de occam tivesse twitter, o google – e outras milhares de empresas – iriam seguí-lo. eu lembro que quando comecei a criar layouts e fazer baboseiras no photoshop, eu achava o google o cúmulo do layout rabujento. mas mesmo assim ele vivia ganhado prêmio de design. kct! como pode um site que não tem nada ganhar o prêmio de design? depois descobri que eu criava layout pra mim mesmo, ou até pra outros designers, e não pro público-alvo. o público do google quer pesquisar, ponto. pra que colocar lá a história do google ou cadastro de newsletter na página inicial? “ssshlin”, passe a navalha. você já deve ter passado horas discutindo uma funcionalidade com o cliente e, até agora, nem ele nem você entenderam direito. “ssshlin”, passe a navalha.

tire tudo que é acessório, é incrível como funciona. o desenvolvedor ganha, o cliente ganha e o usuário ganha. o primeiro por que não perde tempo com funcionalidades inúteis – estima-se que, na maioria dos softwares, 60% das funcionalidades não são utilizadas pelos usuários – o que é frustrante para um equipe que passou madrugadas o desenvolvendo. o cliente, por sua vez, paga menos, participa ativamente do processo e tem um produto consistente. o usuário, por fim, fica feliz em ter um software fácil de usar e que, de fato, faz jus à sua promessa básica, seja o resultado de uma busca ou um chat com os amigos.

em vez de encher um site de sal, pimenta, molho ou cominho (sei nem pra q serve isso), se não for realmente necessário colocar estes ingredientes, esquece, pode estragar. pense como o usuário, use o bom senso e filosofe com occam.

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