meu nome é thiago nunes, mas pode me chamar de moch. tenho uns 4 anos de experiência, trabalhando desde o planejamento ao lançamento e contínuo desenvolvimento de projetos web. sou sócio da agência webinterativa e decidi criar esse “blogfolio” com o intuito de organizar meus trabalhos. » um pouco +

"uma longa jornada começa
com um único passo."
lao-tsé

"se você não pode explicar de um jeito simples, você não entendeu bem o suficiente."
einsten

"um dia serei presidente."
abraham lincoln

"ou encontro um caminho, ou eu o faço."
philip sidney

"o homem que sabe o que quer já percorreu um longo caminho."

"a moderação é o tesouro do sábio."
voltaire

"acreditar é o primeiro passo para toda conquista."

"não arriscar nada é arriscar tudo."

"na dificuldade encontra-se a oportunidade."
einsten

"keep walking"
johnnie walker

"a pessoa que não fala contra o mal é um diabo mudo."
provérbio árabe

"não há trinfo sem perda, vitória sem sofrimento e liberdade sem sacrifício."

"lealdade: é uma qualidade dos cachorros que nem todo ser humano consegue ter."

"sucesso: é quando vc faz o que sempre fez, só que agora todo mundo percebe."

"nunca deixe que alguém diga o que você não pode fazer, se quer alguma coisa, vá atrás e ponto final."

"você não deve ferir quem você não pode matar."
lex luthor

"impérios não são destruídos por forças externas, e sim, por fraquezas internas."

"escolhe o trabalho que gostas e não terás de trabalhar um único dia em tua vida."
confúcio

"a coisa mais prazerosa da vida é fazer o que as pessoas dizem que você não pode fazer."

"o homem que não valoriza a sua família não faz jus ao seu caráter."

"na dúvida, diga a verdade."

"é preciso provocar sistematicamente confusão. isso promove a criatividade. tudo aquilo que é contraditório gera vida."
salvador dalí

"somente os que ousam falhar grandemente podem alcançar a grandeza."
robert f. kennedy

Artigos

o “grátis” cada vez mais grátis

19 de novembro de 2009

freena especulada economia do sec xxi, onde os bits são a bola da vez, dar coisas grátis – ou 99,8% grátis – torna-se algo cada vez mais comum. surge um novo paradigma de mercado, uma oportunidade disfarçada. e quem enxerga-la primeiro, sai na frente.

no mundo real, as idéias de grátis mais comuns são, muitas vezes, maquiadas para dar impressão de um bom negócio. compre 2 e leve 3, amostra grátis, compre um produto e ganhe um brinde. etc. puro marketing, os valores já estão inclusos nos produtos.

algumas empresas off-line inovam e, de fato, dão coisas grátis. os clientes da SampleLab, em tóquio, ganham até 5 ítens grátis a cada visita. velas, cartuchos de tinta, creme, jogos de vídeo-games, etc. tem de tudo, e tudo gira em torno de U$50. como isso é possível? a maior parte da receita provém do aluguel dos espaços na prateleira da loja e do feedback dos clientes. interessante, não?

o fato é que de uma forma ou de outra, no mundo real, há um custo envolvido na produção e manutenção na qual precisam ser pagas. seja através de outro produto, seja através de um fornecedor, seja alguém que pague por você, etc.

mundo-dos-bitsaqui, mundo digital, o “grátis” se transforma em cada vez mais grátis. quando pegamos um livro, um vídeo, uma foto, ou qualquer informação que seja, e transformamos em bits, o custo de reprodução cai vertiginosamente. assim como a lei de moore afirma que o processamento dos computadores dobram – sem aumentar o custo – a cada dois anos, o preço da a largura de banda e o armazenamento caem tal rápido quanto. ou seja, isso faz com que o custo do youtube para postar um vídeo caia pela metade em 1 ano. isso faz com que, cada vez menos, o flickr gaste por uma foto postada lá.

ora, se meu preço de reprodução cai toda hora, a tendência é ser zero. pensando nisso, eu posso distribuir informação gratuita pra deus e o mundo. aqui, dinheiro não é importante, e sim, reputação e atenção dos usuários. foi não pensando nisso que muitas empresas foram a falência em 2001, na bolha da internet.

a maioria dos produtos do google, se não forem todos, são totalmente de graça pra ganhar atenção e reputação dos usuários. com isso ele – através dos links patrocinados – utiliza um estilo diferenciado para ganhar dinheiro e ser uma empresa bilionária.

o flickr, o rapidshare (vários shares), o eu vou passar, o financial times e vários outros serviços na internet desenvolveram a idéia do freemium pra ganhar dinheiro. eles disponibilizam serviços grátis pra maioria dos usuários. mas se você quiser uma coisinha a mais, você paga por isso. é a ideia que 5% dos usuários sustentam todo o resto.

enfim. “a informação quer ser livre” disse chris anderson. no mundo dos bits você não cobra por informação, seria injusto. notoriamente vemos isso. então pense, inove e desenvolva uma maneira de aproveitar essa oportunidade.

ps: boa parte das idéias deste post foram, meramente, furtadas de chris anderson, autor do livro free: grátis – o futuro dos preços e a cauda longa. por isso, coloquei a imagem do livro lá em cima. vale a pena ler.

complicou? passe a navalha de occam

7 de novembro de 2009

navalha de occamcalma, não é pra cortar o pescoço ninguém. a navalha de occam é uma linha de pensamento, lá da idade média, da qual se fundamentam dois princípios: o princípio da pluraridade, onde a pluraridade não deve ser determinada sem necessidade. e o princípio da parcimônia, onde não há por que fazer com mais o que pode ser feito com menos. juntos, estes princípios defendem que para duas explicações de um mesmo fenômeno, a mais simples, geralmente, é a correta.

certamente você já ouviu falar, no desenvolvimento web, que menos é mais. quanto menos burocracia, menos documentação, menos funcionalidades, menos tudo que não é essencial em um site, mais valor é agregado ao negócio, mais rápido o projeto é lançado, melhor o público navega, mais ágeis são as mudanças. enfim, isso nada mais é do que aplicar a filosofia de occam. meu tatatatatatataravô já utilizava occam para definir suas teorias mirabolantes e criar suas invenções. o povo do manifesto ágil não fez por menos, maquiou o conceito, adicionou uma coisa aqui, outra ali e criou tal manifesto.

se hoje william de occam tivesse twitter, o google – e outras milhares de empresas – iriam seguí-lo. eu lembro que quando comecei a criar layouts e fazer baboseiras no photoshop, eu achava o google o cúmulo do layout rabujento. mas mesmo assim ele vivia ganhado prêmio de design. kct! como pode um site que não tem nada ganhar o prêmio de design? depois descobri que eu criava layout pra mim mesmo, ou até pra outros designers, e não pro público-alvo. o público do google quer pesquisar, ponto. pra que colocar lá a história do google ou cadastro de newsletter na página inicial? “ssshlin”, passe a navalha. você já deve ter passado horas discutindo uma funcionalidade com o cliente e, até agora, nem ele nem você entenderam direito. “ssshlin”, passe a navalha.

tire tudo que é acessório, é incrível como funciona. o desenvolvedor ganha, o cliente ganha e o usuário ganha. o primeiro por que não perde tempo com funcionalidades inúteis – estima-se que, na maioria dos softwares, 60% das funcionalidades não são utilizadas pelos usuários – o que é frustrante para um equipe que passou madrugadas o desenvolvendo. o cliente, por sua vez, paga menos, participa ativamente do processo e tem um produto consistente. o usuário, por fim, fica feliz em ter um software fácil de usar e que, de fato, faz jus à sua promessa básica, seja o resultado de uma busca ou um chat com os amigos.

em vez de encher um site de sal, pimenta, molho ou cominho (sei nem pra q serve isso), se não for realmente necessário colocar estes ingredientes, esquece, pode estragar. pense como o usuário, use o bom senso e filosofe com occam.

bob flash

website especializado em cobertura de eventos, shows, festas particulares, etc.

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comunifape 2009

evento de comunicação organizado pelos alunos da faculdade pernambucana.

comunifape